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22 de abril, 2019

SERVIÇO:

Palestra e degustação: Na dose certa: o equilíbrio dos espumantes nature

Data e horário: terça-feira, dia 30 de abril, às 19h30

Local: Tartine Boulangerie, na Rua Silveira Martins, número 717

Investimento: R$ 45,00 para alunos da i9 Academia | R$ 55,00 para demais interessados

 


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15 de abril, 2019

Graças à imigração alemã, o Rio Grande do Sul é hoje um dos destaques na fabricação de cervejas artesanais. Assim, a bebida faz parte não somente da história, mas também da cultura que atravessa gerações. Foi assim com a família de Rafael Bohrer, aluno da i9 Academia. “Tive uma forte influência familiar: meu tio produz, meu primo já produziu e meu pai também era um amante de cervejas especiais”, comenta. Dessa forma, em meados de 2014, Rafael passou a dedicar-se à produção artesanal. “Fiz diversos estilos diferentes, mas atualmente curto muito as Sour Ales, apesar de nunca ter produzido uma”, confessa. Para Rafael, a cerveja representa, essencialmente, enriquecimento cultural. “Eu não bebo cerveja, eu consumo a cultura, os estilos, as histórias das cervejarias e dos polos mundiais”, destaca.

Saber viver esta essência, conforme muitos estudos, pode também significar investir em longevidade. Afinal, na dose certa, o álcool pode inclusive agregar benefícios ao organismo. “Sem dúvida nenhuma a cerveja pode ser uma aliada do bem-estar, não só psicológico, mas físico, e o lúpulo é uma prova disso”, garante Rafael. No entanto, para ele, este atributo não se sobressai aos quesitos culturais, sociais e psicológicos. “A palavra-chave, pra mim, é cultura acima de tudo”, afirma.

 

O DESTAQUE DO ESTADO COM A CERVEJA

Para Rafael, existe, sim, uma relação e uma herança da colonização alemã no sul do Brasil. “Não é à toa que o Rio Grande do Sul é um dos pioneiros na produção de cervejas especiais e um dos mais desenvolvidos nesse mercado”, avalia. Identificado como o Estado brasileiro com o maior número de cervejarias independentes, o território gaúcho tem até uma rota turística relacionada ao setor. Instituída desde 2018, a Região Cervejeira é formada por 22 municípios que vão do Vale do Sinos à Serra. A Rota das Cervejarias Artesanais inclui São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Sapiranga, Ivoti, Dois Irmãos, Morro Reuter. Também Santa Maria do Herval, Alto Feliz, Feliz, São Vendelino, Vale Real, Presidente Lucena, Linha Nova, Picada Café, Nova Petrópolis. E ainda Gramado, Canela, São Francisco de Paula, Igrejinha e Três Coroas.

Apesar de ter iniciado sua produção em 2014, Rafael precisou interrompe-la em meados de 2017. “Parei de produzir em virtude da minha pós-graduação, pois não tinha mais tempo para dedicar”, lamenta ele. Mesmo assim, destaca que, um dia, gostaria de transformar a atividade num negócio. “Mas não sei se efetivamente na produção. Talvez num bar, restaurante, um empreendimento relacionado”, idealiza. E você, possui uma relação especial com esta cultura?

 

Foto principal: iStock/BreakingTheWalls | Demais fotos: Arquivo Pessoal

 


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1 de abril, 2019

Como já vimos aqui, treino forte e álcool  em excesso não combinam. No entanto, com moderação, o consumo de algumas bebidas pode agregar benefícios à saúde. É o caso do vinho, por exemplo, que no período de inverno costuma ganhar mais evidência. Assim, antecipando-se às baixas temperaturas, a i9 Academia dedica este mês de abril para falar sobre a Dose Certa.

Incluída nas diretrizes do i9 elements, a ingestão responsável de álcool é um dos fatores determinantes para a longevidade. Tanto que algumas pesquisas indicam que bebedores moderados e regulares vivem mais do que os abstêmios. Não é preciso ressaltar que ambos os grupos, naturalmente, vivem mais do que bebedores compulsivos, certo?! Ou seja, na dose certa, aquele vinho tinto para acompanhar uma refeição ou happy hour com amigos e família, pode até garantir alguns anos a mais. O segredo, em linhas gerais, é não ultrapassar o consumo de uma ou duas taças ao dia, de acordo com o seu biótipo.

DOSE CERTA NO COPO E NA DIETA

Vale lembrar que, assim como qualquer alimento, o álcool é rico em açúcar e gordura. Por isso, mesmo que de forma despretensiosa, pode atrapalhar a dieta de quem busca melhores resultados na balança. Em excesso, a bebida diminui a força, a velocidade e as capacidades respiratória e muscular. Por outro lado, quando o consumo é bem administrado e de forma moderada, o controle da questão nutricional pode ser simples. Basta ter em mente que cada grama de álcool possui 7 calorias. Porém, esse valor é bem maior do que o carboidrato e a proteína, que fornecem 4 calorias por grama. Então, como exemplo, tenha em mente que cada copo de chope equivale a um pão francês. Outra curiosidade focada em calorias é a comparação entre leite e cerveja. Enquanto um copo de 300ml de leite possui cerca de 183 calorias, um copo de cerveja possui 123. O problema é que quase ninguém bebe apenas um copo de cerveja, não é mesmo?

Fique atento aos seus hábitos e invista na melhora de sua qualidade de vida. Para isso, conta com toda a equipe da i9 Academia!

 

Foto: iStock/FotoCuisinette

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17 de outubro, 2018

É sabido que o alto consumo de álcool compromete a saúde em diversas questões. Além de fatores psicossociais incluem-se aí problemas como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, por exemplo. De outro modo, uma ou duas doses de bebida alcoólica são capazes de oferecer vantagens cardioprotetoras ao organismo. É o que apontam estudos epidemiológicos realizados e revisados ao longo das últimas quatro décadas.

Segundo as pesquisas, o fato pode estar relacionado à presença de polifenóis que possuem importante efeito antioxidante. Muito encontrada na uva, a substância química também faz parte da composição de outras frutas, hortaliças, sementes, ervas e especiarias. Assim, apesar da “fama” do vinho tinto, as cervejas escuras e outras bebidas alcoólicas também podem agregar benefícios à saúde. Contudo, mesmo com o apoio científico, é importante ter consciência da linha tênue que divide a relação entre álcool e vida saudável.

Conforme os estudos, as funções cardioprotetoras das bebidas são válidas para uma ingestão leve a moderada. Ou seja, de 0,5 a 2 doses ao dia. Fatores como gênero, peso e idade também devem ser levados em conta na hora de avaliar esta proporção.

PARA PONDERAR O CONSUMO DE ÁLCOOL

Desde que moderado, o consumo de álcool regularmente auxilia na diminuição do estresse oxidativo, no aumento da sensibilidade à insulina e na vasodilatação endotelial. Dessa forma, segundo pesquisas, ajuda a diminuir a hipertensão e a diabete. Os riscos de isquemia, doença coronária e acidente vascular cerebral também são reduzidos com o hábito controlado. Em alguns estudos, as chances de infarto do miocárdio em indivíduos de comportamentos saudáveis diminuíram de 40 a 50%. As avaliações foram feitas com pessoas não fumantes que praticam exercícios físicos e seguem dietas alimentares equilibradas.

A ingestão moderada de álcool também influencia a atividade de lipoproteínas, coagulação e cascata fibrinolítica, bem como na agregação plaquetária. Além disso, tem influência direta sobre os cardiomiócitos, fibra muscular cardíaca. Efeitos vasculares e extra-cardíacos complementam os benefícios que influenciam na diminuição do risco de doença cardíaca coronária.

 

Foto: iStock/Sergey Peterman

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6 de agosto, 2018

Especialmente no meio esportivo, o consumo de álcool e a prática de exercícios físicos são dois hábitos considerados incompatíveis. As razões são muito simples e podem inspirar até mesmo aqueles que não são atletas profissionais. O fato é que treino forte e álcool em excesso não combinam. Basicamente porque o resultado dessa mistura pode levar a lesões e outras complicações mais graves.

Como se sabe, a bebida alcoólica deteriora a qualidade física do organismo. Ela diminui a força, a velocidade e a capacidade respiratória e muscular do corpo. Além da respiração, o álcool também prejudica o equilíbrio. Esse é o primeiro ponto pelo qual treino e álcool não combinam: não há como praticar as atividades corretamente.

 

ANTES E DEPOIS DO TREINO

Assim como alguns alimentos, cada dose de álcool contêm muitas calorias e, para queimá-las, é preciso suar bastante. No entanto, não é recomendável treinar logo depois de beber. As bebidas alcoólicas têm efeito diurético, ou seja, fazem o corpo perder líquido. Ao mesmo tempo, o álcool permanece no organismo, aumentando a produção de suor e causando desidratação. Com isso, ao praticar atividades intensas, há risco de ocorrer uma arritmia cardíaca.

Da mesma forma, não é indicado beber demais logo depois de praticar um treino. Quando chega ao fígado, o álcool interfere na síntese do glicogênio, uma das fontes de energia do corpo. Ele inibe a ressíntese das reservas do organismo e impede o armazenamento do glicogênio nos músculos. Assim, a musculatura não cicatriza corretamente e a pessoa fica mais exposta a lesões, tanto musculares quanto nos tendões.

Misturar treino forte e álcool em excesso também pode agravar situações de hipoglicemia. Ao praticar atividades físicas mais intensas, é natural que os níveis de glicose no sangue baixem. O álcool só serve para potencializar essa redução. Como não há glicose no sangue, o corpo começa a usar mais proteína como fonte de energia, ou seja, ele se alimenta dos seus próprios músculos.

 

DOSE CERTA

Quando o assunto é saúde, qualquer que seja o excesso pode ser prejudicial. Por isso é sempre possível se chegar a um bom termo. Assim, para quem não abre mão de beber entre amigos, a dica é aguardar cerca de 72 horas entre a prática de exercícios físicos e o consumo de alcoól. E o mais importante: conhecer o limite.

 

Foto: iStock/OlegEvseev

 

A i9 Academia é sua parceira na busca por uma vida mais saudável.